Um caldeirão italiano. Assim poderia ser definida esta cidade que mistura tão bem o requinte da moda com elementos do caos urbano. Milano – como a chamam os italianos é o encontro do progresso com o atraso, da riqueza e pobreza, da tradição com o submundo da contracultura. Tudo isso em meio às mais diversas ideologias e povos vindos de todas as partes da Itália somados a muitos estrangeiros. Confuso? Sim, mas principalmente fascinante.
Com uma capacidade nata de inovação, Milão supera o que se espera de uma grande cidade, por sinal, o maior centro comercial, industrial e financeiro da Itália. A efervescência da Bolsa de Valores mais importante do país divide espaço com o silêncio de museus, palácios, igrejas e catedrais como aquela que é o marco da cidade: Duomo, a terceira maior catedral do planeta, atrás apenas da Catedral de São Pedro, no Vaticano, e da Catedral de Sevilha, na Espanha. São 92 metros de altura que levaram mais de dois séculos para serem erguidos, a partir de 1386 (sim, o ano é mil TREZENTOS e oitenta e seis). A junção dos estilos gótico, barroco, neoclásssico e neogótico transformam a visita em uma aula de arquitetura ao ar livre. E se o assunto é ar, o passeio pelo teto da catedral ao lado de centenas de imagens esculpidas e gárgulas (aquelas, como as que ficaram eternizadas em O Corcunda de Notre Dame) é de tirar o fôlego. Além disso, ainda há o museu da catedral, com imagens e detalhes do período de construção do Duomo.
DDD: 02
Informações turísticas:
www.milanoinfotourism.comConsulado Geral em Milão: Corso Europa, 12, 02/777-1071,
www.consbrasmilao.itHora local: + 4h